
Já aqui referi encenações memoráveis, mas a triste verdade é que são excepções, a regra é de facto o feio.
A arte é muito bonita, diria o bruno aleixo. E eu sou uma mente aberta. Gosto do artista livre, aceito que as suas criações sejam feias, muito mais num momento histórico de tanta pseudo-perfeição na vida, no corpo, na alma, nas cidades limpas e asseadas etc.
Mas aquilo é Haendel! O encenador não tem o direito de transformar completamente uma obra do mais barroco que há numa encenação de cabaret. Se acham que haendel é datado, então é preferível que não o toquem, ponto final.
1 comentário:
o jaroussky é incrível.
Enviar um comentário