domingo, 27 de maio de 2007
Onde chegámos
DN Televisão
sábado, 26 de maio de 2007
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Se conduzir, não beba...Seja prudente!

É Sul visto de cima,de baixo, da esquerda ou da direita?A rosa dos ventos é uma confusão...
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Dinamite, por exemplo!
terça-feira, 22 de maio de 2007
Mão de deus (sim,com letra pequena)?
68+1=69...Ora 69, deixem-me cá ver...oh não,enganaram-se nas contas outra vez. O ensino da matemática vai de mal a pior.Ai se o Sr. do Vimieiro ainda fosse nascido.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
O Robbie!
Diz o Robbie Williams...mas até é verdade...
sábado, 19 de maio de 2007
Por passeios mais limpos…
Enfim, faz-me espécie…
sexta-feira, 18 de maio de 2007
quinta-feira, 17 de maio de 2007
E agora súbditos de Sua Majestade?
Nasceu a 24 de Setembro de 1994 em Castanheira de Pêra – Leiria.Reside em Portimão. Desapareceu 4 dias depois de Madeleine. Tem 1,70 m de altura, cabelo castanho-escuro comprido, olhos castanho-escuros. Vestia calças de ganga de cor azul, blusa branca e ténis preto e verde.
Ainda não vi conferências de imprensa nem directos televisivos de 5 em 5 minutos à porta de uma casa qualquer. Para além disso desconfio que o Sr da Independente não terá telefonado à familia nem o Sr do bolo rei terá comentado o caso aquando de uma qualquer visita a um jardim zoologico.
O que mais me chateia (para além do facto da princesa Diana ter morrido) é que esta pequena é sem dúvida muito mais gira do que a matrafona da inglesa. Seria um desperdicio não colocar os meus impostos (ups...não pago impostos) ao serviço da possibilidade remota de poder pagar um copo no Bairro Alto (daqui a 10 anos André,claro) à pequena.
quarta-feira, 16 de maio de 2007
terça-feira, 15 de maio de 2007
Estava enganada
Bem, a minha casa continua de pé.
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Horta de nabos e nabiças
Que ordinário ,irra!!!!
burgueses com boas ideias
O movimento, que segue a agenda europeia, começa a ganhar espaço mediático, mas não me parece que seja com manifestações do 25 de Abril que vá lá. É uma reivindicação básica, e tem respostas viáveis!! O que é que impede, senhores engenheiros, a construção de cooperativas de habitação com casas vendidas a preço de custo? Acho que alguns dos modelos em voga em alguns países europeus (lá mais para o norte do que para o sul) mostram que não só é desejável como possível vender um T2 a um jovem casal de homossexuais (lá mais para o norte do que para o sul), por cerca de 30 mil euros. O "proprietário" utiliza a casa os anos que precisar dela, faz as reformas que entender necessárias, e volta a vendê-la, eventualmente a outro jovem casal de homossexuais, actualizando o custo à inflacção e somando os gastos com remodelações e com candeeiros IKEA. (Digamos 30 mil + 10 mil + 5 mil + 5 euros)
Burgueses de todo o mundo, isto é urgente. Aqui residiria a tão ambicionada conjugação entre o mundo académico e o mundo laboral. Porque hoje andas 5 anos (3, vá) a estudar para depois passar a vida toda a pagar a casa.
E se as comissões científicas das universidades fizerem questão, ainda se pode teorizar sobre o assunto.
Diz que a Helena Roseta assinou o manifesto muito antes de ser candidata à CML. Agora é esperar para ver que projecto tem para a EPUL.
domingo, 13 de maio de 2007
O Túnel do Marquês resolve...!!!
13 de Maio
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Pá...
Ostentação Territorial Avançada (2)
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Reply
Movimento Que Deifica Constantemente A Gloriosa Instituição Que É O Instituto Superior Técnico bem como do, não menos célebre, MVO, o Movimento Viva Os Engenheiros. Mil perdões por ter menosprezado essa brilhante, bestial e “musculada conjugação” que é esse neologismo, o escrotínio.
Menopausa,andropausa e diarreia democrática
Congratulo-me com a entrada do mais recente escroto Abraracurtix,membro do MQTAAEE(Movimento que Tenta Aspirar a Edite Estrela),esclarecendo que a palavra escrotínio não se refere à que surge na página 572 da 5ª edição do Dicionário da Língua Portuguesa,da Porto Editora, mas sim a uma musculada conjugação da palavra escroto(do latim scrotu) com o substantivo masculino escrutínio (do latim scrutiniu).
No meu primeiro e último devaneio democrático coloquei a malta toda a admnistrar o blog para poderem ter múltiplos orgasmos criativos a seu bel-prazer.
escrotínio??
Identidade
E acho que não sou a única.
(Bando de machistas do técnico. Pfff.)
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Estatísticas de rua desmentem as do INE
[exterior, dia, rua augusta]
- Boa tarde, Qual é a sua operadora de telemóveis?
- TMN.
- Quantas pessoas tem o seu agregado familiar?
- Er... Estou sozinha. Uma.
- Em que ano nasceu?
- 1982.
- Trabalha em Lisboa ou fora?
- Agora não trabalho, estou desempregada.
- Ah, como a maioria dos portugueses!
- ...
terça-feira, 8 de maio de 2007
Ariops!
segunda-feira, 7 de maio de 2007
A menos que me travem já...

Ontem demonizava-se em conversa privada as potências europeias (incluindo Portugal) acerca dos anos de colonização. Fui esclarecer-me e tentar sacudir a água do capote: parece que o conceito de colónia que hoje existe (explorar os negros até ao tutano) foi inventado na conferência de Berlim, ideia lançada por portugueses, mas que desde logo se revelou ser uma má ideia para estes nossos desajeitados trisavós. É que os tugas já lá estavam há séculos e nunca se tinham interessado por aquilo. E faltava pouco tempo para vir o Botas e dizer que Portugal afinal não tinha colónias, mas províncias ultramarinas, o que, aqui para nós, até faz bastante sentido, atendendo ao momento histórico em que lá se chegou.
A lógica é a seguinte: num mesmo período histórico, séc. XV, por exemplo, ainda nenhuma fronteira na europa estava definida. As fronteiras que agora consideramos imutáveis mudavam a cada ano. Neste contexto, tudo é válido para alargar um país. Se isso era válido na europa, porque não seria válido em África? Porque é que os portugueses não poderiam chegar, arrasar e astear uma bandeira? Tanto podiam que o fizeram. Poderá isto ser considerado uma colónia à luz do conceito que nos ensinaram na escola, que decorre directamente da formulação da conferência de Berlim? Penso que não. Esse conceito já integrava algumas ideias progressista de respeito pelo homem, negro ou branco, abolição total da escravatura, e, principalmente, a noção de que se está de facto a ocupar um local onde já existem populações, um ponto fraco da do conceito, que permitiu a gestação de um pequenino complexo de culpa pela ocupação, que mais tarde viria a ter como consequência a legitimação das lutas independentistas na ONU. Aí é que reside a resposta: quando os portugueses lá chegaram, a ideia era mesmo partir tudo. O erro é semântico: nunca se deveria ter chamado colónia a um território que naquele tempo era realmente português.
Continuem a dizer aos bifes que portugal vai do minho a timor, e angola será nossa outra vez!











