E porque não? Porque raio?
Somos assim viajantes,
Em busca do maduro Maio.
Porque a alma lusitana assim nos diz
Mas não me venham falar do da rosa
Que se me estala o verniz.
Saudoso para os nossos avós,
Emigrantes somos, orgulhosamente sós
Já dizia o outro António a rir.
E olhem que de Portugal nunca quis sair…
Do vosso português não me queixo,
Pois mais vale verso que nada.
Mas cá eu, prefiro uma espanholada!
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