sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Crónica de emigrantes:
E porque não? Porque raio?
Somos assim viajantes,
Em busca do maduro Maio.

E escrevemos em verso, não em prosa
Porque a alma lusitana assim nos diz
Mas não me venham falar do da rosa
Que se me estala o verniz.

Saudoso para os nossos avós,
Emigrantes somos, orgulhosamente sós
Já dizia o outro António a rir.
E olhem que de Portugal nunca quis sair…

Oh Evaristo, Oh Aleixo,
Do vosso português não me queixo,
Pois mais vale verso que nada.
Mas cá eu, prefiro uma espanholada!

Sem comentários: