sábado, 6 de junho de 2015

massamá

destilo ódio à urbanidade raivosa de guerreiro.
tudo o que escreves está aqui, em massamá, onde sou polícia sinaleiro na margem norte.
o resto é ilusão onde não há facto, só momento. 
e marx e benjamin e warburg e blanchot escreveriam sobre isso.
com um erro de paralaxe evidente, caro guerreiro, nenhum escrevia de massamá.
como também não o faço excepto quando inscrevo como pretendo inscrever: comum os tomates.
é aqui que reside toda a diferença. não se trata de urbanidade raivosa, mas sim de uma raiva urbana.



há algo na passagem dos séculos. a raiva do fim da história.

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