quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

uma e única achega.

A discussão sobre a colecção dos Miró é larga, longa e tem vários tópicos. Da conversão em capital para abatimento de dívida até à aura da obra de arte, os argumentos levantados multiplicaram-se, multiplicam-se e multiplicar-se-ão

Pois bem, parto apenas e só desta interrogação: que decisão define a venda ou a permanência das obras em Portugal?

A partir daqui poderemos perceber a ausência ou não de uma política cultural, reflexão que nos pode levar a conclusões bem mais vastas.

Se a discussão não partir daquele ponto, tudo o resto, a favor ou contra, é retórica casual.

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