terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

vou para a suíça

agora sim, podemos tentar ir a salto. está cumprido o ciclo. era o empurrão que faltava ao governo da república.

5.

miró, de novo. evidência.

ler as várias crónicas, artigos ou opiniões sobre a coisa prova a necessidade de ciências sociais.

4.

sensoria

um pedal duplo revigora.

3.

evidência

Progamar foi chão que deu uvas.

2.

5 dias 5

Fui apanhado pelos acontecimentos.

Sem poder cumprir o que pus abaixo, volto rapidamente para repor a ordem da coisa.

1.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

uma e única achega.

A discussão sobre a colecção dos Miró é larga, longa e tem vários tópicos. Da conversão em capital para abatimento de dívida até à aura da obra de arte, os argumentos levantados multiplicaram-se, multiplicam-se e multiplicar-se-ão

Pois bem, parto apenas e só desta interrogação: que decisão define a venda ou a permanência das obras em Portugal?

A partir daqui poderemos perceber a ausência ou não de uma política cultural, reflexão que nos pode levar a conclusões bem mais vastas.

Se a discussão não partir daquele ponto, tudo o resto, a favor ou contra, é retórica casual.

últimas, últimas, últimas

Farto de ver o Escrotínio definhar e porque a escrita se trabalha - palavra que parece mover simpatias e antipatias, em mais um episódio do vamos discutir a metafísica do conceito à esquerda, enquanto à direita o assunto se resolve facilmente: o trabalho existe logo gere-se e comercializa-se - proponho-me colocar aqui um texto por dia. Veremos como corre. O de hoje está feito.