domingo, 23 de setembro de 2012

O ministro da seguranca social vive num mundo a parte onde ha postos de trabalho por preencher e os preguicosos do RSI insistem em nao querer trabalhar. Vale a pena ler a pequena entrevista hj no expresso: fica-se logo com vontade de PARTIR ESTA MERDA TODA
Convem nunca esquecer que este programa nasceu na austria, cresceu em chicago e estabeleceu-se na america latina. Por doutrina nao olha a meios para atingir a utopia do mercado livre. A europa esta' infelizmente fundada nessa utopia de atingir a paz atrves do comercio. E' um modelo economico q esta' escrito na pedra desde o inicio do projecto europeu. Atinge agora o seu ponto alto com a austeridade sobre os povos do sul para manter a inflacao em baixa e nao incomodar os mercados. E o q era um instrumento passou a ser letra de lei. Sao tempos sombrios, uma geracao q emigra ou perde a oportunidade de se encontrar a si e ao seu lugar no trabalho. Tudo para os babyboomers do norte terem a sua reforma dourada e garantida. Alguem tinha de ser sacrificado e esse alguem fomos nos. Convem nao esquecer os tempos sombrios que vivemos. E convem apercebermo-nos o mais rapidamente possivel da fibra de que e' feito este projecto europeu.

sábado, 22 de setembro de 2012

é ler a crónica de fernao lopes... é preciso arrastá-los pelas ruas para alguma coisa mudar. quem me dera estar aí!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Congresso Democrático das Alternativas

a ver.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

está feito, o país levantar-se-á. a contestação chegou ao futebol.

http://www.abola.pt/wter/wfotosdia/pagina.html

http://www.gordovaiabaliza.blogspot.pt/

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

aqui se assinala a polémica em curso que está a apaixonar portugal. nao, nao é o preco certo do witsel versus o preco errado do hulk. tem-se andado isso sim a discutir o carácter verdadeiro do estado novo "sem complexos" na forma da polémica entre o manuel loff e o rui ramos. ora nao sendo eu historiador, basta ler as contribuicoes de ambos para se perceber que o manuel loff é muito mais simpático. quanto ao resto atribuo a grande exaltacao ao facto (nao verificado) de o adversario Rui Ramos, ou como lhe tem chamado, RR, ser caso minoritário entre os historiadores de direita: publicou um livro que até teve sucesso. tem vindo tambem ao de cima uma grande simpatia pelo estado novo, explicada por uma análise descomplexada do mesmo, por parte dos internautas mais insuspeitos. será essa análise fruto de uma ignorancia relativamente ao destino dos mocambicanos massacrados em Tete pela PIDE em 1972 ou pelos mártires de Mueda, isto para nos ficarmos pelas ex-colónias e para nao falar do assassinato do moderado humberto delgado. que é para nem falar de todos os comunistas que morreram ou foram deportados para o tarrafal, senao ainda me acusam de ser defensor de um totalitarismo. ou os republicanos. ou os sindicalistas. e isto até 1974? onde estavam as democracias liberais da europa em 1974? decreto que nao estavam a massacrar pretos nas províncias ultramarinas. mas nós nisso sempre fomos muito à frente. bom, é melhor parar, senao comecamos a ter uma discussao demasiado complexada...

sábado, 1 de setembro de 2012

ainda sobre os gestorzecos de merda, permitam-se substitui-los aos franceses na seguinte citação de montaigne. ora este francês, que pelo que vejo tinha bastante graça, disse o seguinte sobre a ambição e também acerca dos franceses:

'os franceses parecem macacos que trepam a uma árvore, de ramo em ramo, só parando no ramo mais alto, e, quando lá chegam, mostram o cu.'

abençoados sejam os franceses por nos mostrarem tão claramente, pelo dedo de motaigne, como são os gestorzecos de merda e porque o são.

esta frase teria ainda uma excelente utilização trocando os franceses por hollande e, parece que ainda por cima, com um duplo sentido: mostra hollande o cu aos franceses ou aos alemães? os alemães acham que é aos franceses e os franceses, por sua vez, pensam que é aos alemães. no final, talvez seja a todos nós.

uma intriga intrigante.