quarta-feira, 13 de junho de 2012

acabou agora mesmo o the tree of life num canal qualquer.

a um passo de um grande filme?

transporta tudo aquilo que a crítica à convencionalidade do signo pode dizer. é o que é quando pode sê-lo.

neste sentido responde à montagem. cada signo é o que pode ser mediante o que antecede e o que o sucede.

noutro plano, não ultrapassa o do pó vieste e pó serás. o ashes to ashes, dust to dust de qualquer funeral.

o final é por demais explícito no que ao espaço entre as três últimas frases diz respeito - o pós-moderno?!?. quem entrega o filho veste de azul - cor do culto mariano - e tem cabelo ruivo - cor do cabelo de madalena, do raro, do desviante.

 e o sol? o sol? a importância do sol?

o moço que sai do edifício espelhado, da fachada que espelha o céu, mas não o é. o signo, meu deus, o signo. é o que é mediante o que o suporta.

quase no final, a ponte, que tapa o sol. impõe o humano ao sol.

e, mesmo no final, a acabar, uma porcaria qualquer como nuvem, aurora boreal ou tal e coiso, o fantasma.



felizmente, sou ateu. sorriria como o sean penn.

2 comentários:

Mariana Felismina disse...

pa que spoiler! pronto eu ja nao o tinha visto porque me disseram que nao era grande coisa, agora ja tenho as cenas principais na cabeca e uma ideia muito ma...hmm

sb disse...

não sou nada. aquilo não são as cenas principais. são uns dois ou três planos no final.

mas vale a pena ver. é que vale mesmo.

e não digo mais nada para não estragar o filme :)