sexta-feira, 27 de abril de 2012

então, até ao regresso II

para quê discorrer acerca do mito quando ele se materializa aqui e aqui e é formulado aqui?

ficam cumpridos todos os planos.
temos o mito, construído e formulado noutros lados, e escrito aqui sob o único termo que o pode conter: mudança.
poderíamos estendê-lo, formulando que não admite prescrições - o que era negar a sua forma desde logo. há, pelo menos, uma prescrição. assunto já discutido noutros postes e comentários.
também poderíamos tentar circunscrever as condições da mudança e se isso aponta para uma mudança constante. não interessa. é o que for.

e, mais importante, ficam os dois postes a suprir - ou a tentar fazê-lo - a despedida atabalhoada.

então, até ao regresso!

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