domingo, 1 de abril de 2012

1975

saí. e nem por isso estou mais esclarecido do que estava.

o nexo mantém-se o mesmo.

um música que falava do moço que devia abandonar a luta. estava derrotado.

outra de um outro que não entendia quem olhava o tempo em frente e apontava caxemira. o exótico em tempos pós-coloniais. fora de tempo, parece. mas é lá que mora a resposta. para lá do evidente.

outra que tenta demonstrar o que está para lá da notícia. não se trata só de olhar em frente. trata-se de congregar todos os momentos e atribuir-lhes um nexo. ideologia.

e a construção? o repetitivo? será isso mesmo um manifesto? vai daí a história é cíclica. 1975 e o pós-colonialismo e o questionar do modernismo, da tradição do novo, do progresso, da via única.

1975: kashmir e wake up. anacronia.

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