quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Muita gente se tem revoltado com a defesa da condição da galinha europeia. Os argumentos mais variados resumem-se a este: a europa, que não resolve os problemas dos homens, só serve para os problemas das galinhas. A ideia em si já não é muito recomendável, porque exige a todos os comissários europeus que não se mexam até a crise da dívida soberana acabar. O que também se poderia aplicar a nível nacional com uma moratória a toda a legislação de cariz veterinário.

Mas assim não é e ainda bem. Porque no fim de contas quem come o ovo que a galinha põe é o cidadão activo política e endocrinologicamente. E, se bem me percebem, uma galinha feliz é uma galinha contente, o que ajuda se quisermos comer ovos libertos de antidepressivos.

1 comentário:

sb disse...

não sei se percebo, mas consigo imaginar uma galinha que põe ovos que não quero comer e a relação que pode ter com um determinado país ou língua que chancelou a angst, dando origem aos mais diversos dislates em torno das benesses de fármacos e poças de baba na almofada.