sábado, 3 de dezembro de 2011

ainda os dias que correm. sobre a pausa,

segue a apoteose e o fim e a necessidade de sangue e marcação de momento que daqui para a frente nada será igual porque daqui para trás tudo foi diferente e levanta-se e toma a cevada comprada quinze dias antes e marcada com encontro em fragmentação vidro cevada plástico no ponto de intersecção da sua dissociabilidade. E é esse presente logo projectado ao futuro e atirado ao passado. E fica o vazio.

Cheio de festas e paradas onde o riso alarve escorrega a lágrima.

E perde a sua geração atirada aos ares em FM agora com H também ao meio e por vezes sem F em cortes diacrónicos impostos por si ou a si porque esta é a idade. E chamam-no ao presente. Mas logo o atiram ao futuro e invocam-lhe o passado e dizem-lhe que traz o sinal consigo de um passado que não lhe pertence e que o excede, que este é o seu desígnio num futuro que insiste em manter-se à sua frente quando tudo o que lhe atiram é que o ultrapasse. Poruqe amanhã é assim, quero que inventes, agora, o depois de amanhã. E quando o fizeres, com as máquinas que te o mostram todos os dias no presente, vê o dia depois desse, e o outro. E eu, agora eu, que não o vejo, quero entrar em festas e paradas onde o riso alarve escorrega a lágrima e aí, lançado no meio de tudo isso que fui já com o modelo a seguir porque mesmo aí o código é esse, sei que esse fututo a escorregar a lágrima é o que me exigem. O êxtase, dizem, dura uma noite. A ressaca dois dias. E quando estiver a acordar, logo me pedem outro e outro. Porque os dias são os dos sentimentos fortes.

Sem comentários: