quarta-feira, 9 de novembro de 2011

quem quer fazer parte da constituinte?

"é preciso fazer uma nova constituição, fotocopiá-la, promovê-la em blogs, na net, nos jornais, em revistas, pronunciá-la, proclamá-la à revelia e unilateralmente (como a de 1820) numa praça qualquer (do porto, de preferência - é preciso que as constituições voltem a ser proclamadas no porto!), para depois formar uma guerrilha que se legitime nela e lute por ela."

5 comentários:

Zé Miguel disse...

com ou sem democracia directa?

sb disse...

ahahah

o fim está próximo. nada mais certo.
até o otelo fala do golpe militar.

se se proclamar uma constituição no porto,o fim aproxima-se.

e já agora, com ou sem regiões?

e a constituição é mm o nosso maior mal?

Anónimo disse...

uma constituição é sempre um princípio, não um fim.

com democracia directa, claro, aliás, como única forma de democracia possível. e até me custa chamar "democracia" à democracia directa, de tal forma a palavra está eivada do insuportável odor do burguesismo parlamentar pseudo-representativo!…

sb disse...

sb remete para notas da narrativa maior - as paragens de autocarro.

Zé Miguel disse...

é verdade, às vezes é preciso limpar os ouvidos antes de pronunciar a dita.