sábado, 19 de novembro de 2011

isso pressupõe que a arte cria necessariamente memória, o que não tem sido verdade ao longo dos tempos. foi-o por vezes, noutra foi formalizada utilitariamente (deixará de ser arte por isso), e como tal sem posteridade. - anónimo


disse ao anónimo que tinha chegado exactamente onde se queria.

não tinha assimilado a última frase, embora nos postes posteriores se entenda a direcção da coisa.

portanto, sem posteridade? porquê?

o que vemos são obras formalizadas utilitariamente e com posteridade. aliás, arriscar-me-ia a dizer que não conheço uma peça/obra/manifestação/expressão/materialização que não seja utilitária.

devia ter escrito: uma obra formalizada utilitariamente a devir posteridade. entretanto sequei as lágrimas de riso.

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