quinta-feira, 25 de agosto de 2011

sobre a dissolução da união europeia e ainda sobre o grande senhor amorim

"os operários não têm patria. não se lhes pode tirar o que não têm."
manifesto do partido comunista

ou em português corrente:

"a pátria é uma cena que não lhes assiste".

usando da retórica de taberna: não se lhes poderá devolver aquilo que nunca possuíram.

mais ainda, o que é a pátria? uns senhores de pé descalço, sem qualquer uso de argumentos elaborados, definiram-na muito exactamente a um rei português. (o zé já descreveu essa história algures para trás). era vila do conde ou a póvoa, como podia ser a nazaré. ou armamar. a pátria é um acaso, portanto. e que tem isto a ver com o grande senhor amorim? ele não o é.

(deixa-se a nota: não, amorim não é burguês. burguês sou eu, e eu, e eu e eu. amorim é outra coisa.)

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