domingo, 24 de abril de 2011

nunca havia assinalado aqui a morte de ninguém, só mesmo a vivência meta-física de sb, o próprio.

mas depois de ler um pedaço de uma entrevista, que inclusivamente fala do ranço modernista - esta era uma bela discussão, o ranço modernista - achei por bem deixar aqui o link.

Não conhecia Paulo Reis antes de ter morrido, mas conhecia a programação da Carpe Diem. Ter também trazido a Lisboa Hans Belting ou Michael Hardt é um bom cartão de visita. Mas este poste está aqui porque a entrevista vai na sequência do que dizia o amigo brasileiro do Zé ou do que escreveu o Pessoa com o despejo aos mandarins da europa e por aí fora.

http://www.storm-magazine.com/novodb/arqmais.php?id=139&sec=&secn=

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