sábado, 19 de fevereiro de 2011


e à segunda semana de berlinale viu-se cinema. é engraçado como passados 100 anos esta arte se consiga reinventar a cada sessão. sem o típico corte com a tradição, ou o choque despropositado, mas a surpresa no seu travo mais doce. vai-se ao cinema e vê-se literatura

este filme é um romance. um novo caminho para o cinema. a primeira exploração do sonho, da video-arte e do cinema clássico de uma forma perfeitamente equilibrada. a narrativa interlaçada com a reflexão, o road-movie em forma intimista. nada disto seria novidade se não o fosse e tudo em simultâneo. é ver é ver

o mais engraçado é que o actor principal era um andré silveira americano, que por coincidência era topógrafo. ele há coisas...

"here", de braden king

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