quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

afinal a revolução no egipto sempre foi para a frente.

não vale a pena juntar muitas mais considerações a tudo o que já foi dito e escrito por esse mundo fora, sempre com a tónica em que uma parte difícil já está concluída. resta ver como corre o que aí vem e se realmente cria, para os egípcios, um local onde se revejam, com um sistema político e, consequentemente, económico e social que os satisfaça.

esperemos que sirva, em segundo lugar, um outro propósito. que todo o mundo árabe deixe de ser encarado como o é, as mais das vezes, mitificando a importância que a religião tem para aqueles lados. tanto quanto me é dado saber, ao longo de toda a história sempre serviu como um óptimo argumento, mas raras vezes resolveu alguma coisa. basta olhar para a história do continente europeu.

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