sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

sempre me custou não saber fazer uma açorda em condições. Idem quanto às migas e cuscos. Desde o advento do arroz, batata e massa, como acompanhamentos dominantes -- e já o facto de lhes chamarmos acompanhamentos diz muito da forma como tratamos o potencial destes ingredientes -- que se perdeu na cozinha quotidiana o gosto pelo pão recesso. A própria imaginação da cozinha popular se perde entre bifes, bitoques e peixes grelhados, sempre acompanhados pelos invariáveis arrozes e batatas.

Ora, neste de dia de reflexão, eu saio à rua e digo basta!

É hora de aprender. Há alguém que me possa ensinar?

4 comentários:

segismundo brota-pouca-posia disse...

eu lembro-me sempre da vaqueiro recessa que comia em gradiz. sempre gostei. só servia para bolos decorados com pó de coco, ou raio que o parta, que se tornavam intragáveis. mas a essência, a vaqueiro recessa, boa, muito boa, estava lá. é assim o povo português. desde que a sua essência não seja cavaco.

segismundo brota-pouca-posia disse...

segundo o citador de hoje, ser contra um movimento é ainda fazer parte dele (Picasso). portanto, há que votar cavaco. LIVRA!

Anónimo disse...

Aqui no círculo eleitoral de berlim, ao que apurei, o dito perdeu. Eu já votei!

Mariana Felismina disse...

a solucao esta nos milhos. semola de milho!!!