segunda-feira, 29 de março de 2010

lembrei-me disto quando li um poste do falecido s.b. de há alguns dias

The materialistic and selfish quality of contemporary life is not inherent in the human condition. Much of what appears "natural" today dates from the 1980s: the obsession with wealth creation, the cult of privatisation and the private sector, the growing disparities of rich and poor. And above all the rhetoric which accompanies these: uncritical admiration for unfettered markets, disdain for the public sector, the delusion of endless growth.

We cannot go on living like this. The crash of 2008 was a reminder that unregulated capitalism is its own worst enemy: sooner or later it must fall prey to its own excesses and turn again to the state for rescue. But if we do no more than pick up the pieces and carry on as before, we can look forward to greater upheavals in years to come. And yet we seem unable to conceive of alternatives.

1 comentário:

andré disse...

sei por fotne privilegiada que s.b. não tinha lido esse artigo, mas tinha um livro de tony judt na prateleira em que não pegava vai para uns meses. parece que, ainda que já velho nos seus 92 anos (e nao 93 como dizia o obituário), não lia mal e tinha boa mem
ória. endereçou-me, inclusivamente, um sms vindo de lá de Hades a avisar que se encontram traduzidas para português pelo menos duas obras dele.

por mim, vou continuar o trabalho iniciado por s.b., já que o próprio pediu antes de fugir esbaforido que alguém o substituísse. como não havia um papagaio mais à mão, virou-se para mim.