quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

venho pegar nos comentários ao pouste abaixo e copiar uma frase do mesmo pouste:

conclusão, mais um desperdício de tudo e mais alguma coisa para os lados do parlamento.

para isso chega a conclusão do zé: nem há partidos, nem começoou a campanha eleitoral.

podíamos discorrer acerca da bondade de uma ou outra candidaturas. podíamos discorrer acerca das escolhas, de onde vêm, para onde vão e quais os objectivos.

se podemos falar de tácticas: são tão parecidas, tão cópia uma da outra que só exigem um enorme bocejo. eventualmente - isso será o mais grave - do próprio cavaco.

bom sinal haver gente q se candidata supostamente por fora dos ciclos partidários - diríamos de secretário geral a presidente da câmara de lisboa a primeiro ministro a presidente (qualquer coisa nestes moldes, não necesseriamente por esta ordem ou ocupando todos os lugares).

para já chegava. bonito seria ver a má disposição patética de parte a parte ser enfiada onde bem merece e a assumpção de um presidente forte vindo da esquerda.

obviamente, esta última frase causa dúvidas. mas não porque o candidato parece ser impossível de encontrar, e sim porque eventualmente - e é a lógica do cargo público em si que o permite - deve estar afastado de um qualquer passado ideológico. poderia ainda que dificilmente, poderia dar-se o caso de haver um candidato de direita que preenchesse as necessidades da esquerda (posto nestes termos simples) enquanto PR e nunca enquanto PM.

não sei de nenhum, não conheço, mas é uma hipótese académica que põe em causa essas escolhas directas ou indirectas por parte de partidos políticos. mas quereríamos ver os candidatos a PR's recolher apoios para as campanhas onde? é uma pergunta para mim difícil de responder.

quanto ao mais, não declaro intenção de voto. porque não sou obrigado e porque não tenho nenhuma.

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