quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Zé, pegando na tua ideia, lanço um grandessíssimo escroto apontado a Belém

inspirado no post do nosso amigo, companheiro desta vida e interlocutor em variados assuntos, pela minha parte demasiadas vezes levados ao mais rasteirinho, entendo ser digno da Presidência da República e de todas as suas dependências enviar não um manguito bordaliano, que se diz por aí ser de divórcio político e desistência das instituições políticas, mas um pirete bem desenhado. Assim mesmo, com indicado e anelar em ânguo recto e o dedo do meio primorosamente esticado. Indignei-me um dia por ver, em frente ao governo civil do cavaquistão beirão e alto, um 'ó ministro (x2) anda cá, vira o cú p'rá gente, toma lá!'. Pois bem, a elevação do discurso político do Presidente de alguns portugueses merece apenas que se reedite a frase estudantil destinada a Marçal Grilo, se não me engano. Lembra-me um pequeno verso primoroso de uma música não menos primorosa: La-La-La-La-La-La-Lie.

Senhor Presidente da República de Portugal - representante de alguns portugueses que não conheço, ou conheço vagamente ou não quero conhecer e se conheço, perdoa-lhes Sócrates (o filósofo, aquele que disse do ser humano ser o zoon politikon) que não sabem o que fizeram - faça um pequeno favor a este país, nação ou pátria como queira ou defina nos dossiers a que se resume a sua leitura, e demita-se, vá para o desterro no Boliqueime que já não é Poço, na casa onde lhe sobrevieram tamanhas dúvidas. Coisa rara, tal como a falta de enganos que um dia tentou negar.

Nota: tenho que pena que o Senhor PR nunca venha a ler este post. Todavia, demosntraria senso. Sempre será melhor afastar-se dos computadores do Palácio de Belém, quem sabe o Homem do Saco anda a espiar.

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