segunda-feira, 27 de abril de 2009

era para cima, era para o lado, era para baixo, era para cima outra vez. agora para o lado, depois afinal sempre a mesma coisa, depois para baixo. continuava para cima enquanto descia para baixo do lado de cima da porta da que dava acesso à escada para baixo de outra escada que ia para cima. continuava a correr por ali, para baixo e depois para cima.

PUM! rebentou-lhe a jugular

com isto continuava a correr enquanto pintava as paredes de vermelho que avó via pintadas de vermelho e ai de mim que ainda há dois meses mandei caiar as paredes que enquadravam a porta que dava acesso à escada onde corria para o lado e depois para cima do lado de baixo da porta e para o outro lado que ao descer chegava acima e dando outra volta parava.

PUM!

bateu a chanca na parede caiada que agora marcava os jorros de sangue da golfada da jugular que corria para cima e para baixo quase saindo pela porta que dava acesso à escada e recriminava a avó a criada que culpava pelas paredes pintadas de vermelho as paredes que enquadravam a escada que terminava na porta rebatida onde para cima ia a escada e para baixo a avó sem chanca


PUM!

AI SE EU PUDESSE! gritava a avó atrás da chanca perguntando-se a criada recriminada como corria a entrevada da velha sem a chanca que bateu na parede e marcou os jorros de sangue culpa da criada enquanto acabava a correria para cima e para baixo para o lado e depois para o mesmo lado para cima da parte de baixo da porta para onde desceu depois de subir o galináceo.



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