quinta-feira, 24 de maio de 2007

por...

Nunca me ocorreria tal coisa. Um fractal.
Pergunto-lhe: mas Ciência, aqui a evolução não é constante, não é matemática.
Espanta-se a impaCiência: então que é..é incógnita?!?
Calei-me. Na verdade todas as equações são possíveis.
Mas só são possíveis as que se conhecem...

Imagino. E daí surge outra equação.

Depois de imaginar fui a correr contar àCiência:
São tantas, são tantas!! E quantas serão??
A impaCiência, pragmática como sempre:
Se encontrarmos uma constante de crescimento x chegamos lá.
Embora seja só uma resposta..
Mas isso não me diz nada, penso eu.

Pensei mal.
Diz-me que são todas as que possa pensar.
Pergunto-me, então, porque quando fala é sempre impaCiência. Não imagina?
Preconceito. Ora, se pensa..
Mas só pensamos no que conhecemos, atiram-me.
Bem, só vermos o que conhecemos foi mesmo o que me atiraram.

E acertaram-me em cheio na cara.
O sangue jorrou em duas golfadas.
Sim, foi uma estalada perfeita.
Com a palma e as costas da mão,
uma de cada lado.

Pás!, ressoou pelo corredor da minha impertinência.
A cabeça rodou no sentido contrário ao do relógio
(Sei-o porque nesse instante batiam as doze baladas
e acompanhei cada segundo que o ponteiro ultrapassava.
Por azar tinha que estar noutro sítio daí por quinze minutos.
Isto se fossem 12 horas, mas como a estalada tinha coincidido
com o bater o sino, não percebi.
Tive que ver.)
Pás!

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